psst....começa por ler o post anterior ok? depois é que vem este.....se tudo correr bem até estará melhor formatado...e agora bem vindo à sequela!!!!
Relembrando, falar da nossa evolução como espécie biológica é falar da evolução do próprio cérebro em relação a outras espécies, incluindo alguns hominídeos. MacLean, a pertir de experiências com macacos saguins, apresentou um modelo de estrutura e evolução do cérebro muito interessante - O cérebro triuno. Segundo ele, somos obrigados a a olhar para nó próprios e para o mundo através dos olhos de 3 mentalidades diferentes, 2 das quais não verbais.
Comparando o cérebro humano a uma máquina, ou computador se preferirem, será ums junção de 3 computadores biológicos interligados, cada qual com a sua inteligência, subjectividade, sentido de tempo, espaço, memória. Cada "computador" mais recente, envolve o precendente. cada qual correspondendo a um passo fundamental e distinto no processo evolutivo.
A parte mais primitiva do cérebro é composta pela espinal medula e a ponte de varólio, que constituem o cérebro posterior e médio. Por aqui passam as funções nervosas básicas, para a reprodução, sentido de autopreservação, como a regulação sanguínea e a respiração. Num peixe ou num anfíbio, o seu cérebro é practicamente isto. Mas para um réptil ou animal superior, ficar sem o cérebro anterior é como um veiculo sem condutor....hello anybody home??!!!
O cérebro médio, cuja evolução remota a milhões de anos atrás, encontra-se presente nos répteis e mamíferos, incluindo o Homem. O condutor do veículo, chama-se Complexo Reptíliano ou Complexo R. À volta do Complexo R encontra-se o sistema límbico, que partilhamos apenas com os outros mamíderos.
Finalmente, à volta do sistema límbico, enocntra-se o neocórtice. O nosso neocórtice, bem como o dos golfinhos e baleias, é o mais desenvolvido dos mamíferos superiores. A sua evolução remonta a uns 150 milhões de anos, mas sofreu uma acelaração quando apareceram os primeiros seres humanos.
É muito dificil evoluir sem alterar a estrutura da vida, e provavelmente qualquer modificação nela, será prejudicial. Mas a transfromação fundamental, para o processo evolutivo, poderá ser realizada por meio de adição de novos sistemas, aos existentes. Um exemplo é a ontogenia recapitular a filogenia....trocando por miudos....e dando o nosso exemplo.....O nosso desenvolvimento no útero, passa por estádios muito semelhantes a peixes, réteis e mamíferos não primatas, antes de nos tornarmos seres humanos reconhecíveis (excepto os super dragões....esses ficam-se por um ser mircocefálico qualquer eh eh eh). Uma curiosidade....segundo Sagan, a fase em que nos parecemos a peixes, chegamos mesmo a ter fendas branquiais, absolutamente inuteis para o embrião, pois é alimentado pelo cordão umbilical., mas são importantes para a embriologia humana, uma vez que eram importantes para os nossos antepassados aquáticos.
O cerebro do feto, também se desenvolve do interior para o exterior, passando pela seguinte sequência: Cérebro posterior, cérebro médio, Complexo R, sistema límbico e neocórtice.
A Selecção Natural opera apenas nos indivíduos e não sobre a espécie, e, de uma forma menos acentuada, sobre os ovos ou os fetos, deste modo a ultima transformação evolutiva só tem lugar pós-parto, justificando a recapitulação. o próprio apêndice é uma reminescência de um órgão que deixou de ser necessário, mas como por si só não é prejudicial, não foi removido completamente da evolução. As cobras têm pequenas estruturas ósseas, separadas da espinha dorsal, também reminescências (yep, gosto da palavra reminescência eh eh eh) do que foram outrora patas...
Deste modo, a evolução por adição e a preservação funcional da estrutura pre-existente verificam-se por um dos seguintes motivos, ou por a antiga função ser tão necessária como a nova, ou por não haver uma forma de contornar o antigo sistema, que seria benéfico à sobrevivência.
(to be continued)
Hasta!
Relembrando, falar da nossa evolução como espécie biológica é falar da evolução do próprio cérebro em relação a outras espécies, incluindo alguns hominídeos. MacLean, a pertir de experiências com macacos saguins, apresentou um modelo de estrutura e evolução do cérebro muito interessante - O cérebro triuno. Segundo ele, somos obrigados a a olhar para nó próprios e para o mundo através dos olhos de 3 mentalidades diferentes, 2 das quais não verbais.
Comparando o cérebro humano a uma máquina, ou computador se preferirem, será ums junção de 3 computadores biológicos interligados, cada qual com a sua inteligência, subjectividade, sentido de tempo, espaço, memória. Cada "computador" mais recente, envolve o precendente. cada qual correspondendo a um passo fundamental e distinto no processo evolutivo.
A parte mais primitiva do cérebro é composta pela espinal medula e a ponte de varólio, que constituem o cérebro posterior e médio. Por aqui passam as funções nervosas básicas, para a reprodução, sentido de autopreservação, como a regulação sanguínea e a respiração. Num peixe ou num anfíbio, o seu cérebro é practicamente isto. Mas para um réptil ou animal superior, ficar sem o cérebro anterior é como um veiculo sem condutor....hello anybody home??!!!
O cérebro médio, cuja evolução remota a milhões de anos atrás, encontra-se presente nos répteis e mamíferos, incluindo o Homem. O condutor do veículo, chama-se Complexo Reptíliano ou Complexo R. À volta do Complexo R encontra-se o sistema límbico, que partilhamos apenas com os outros mamíderos.
Finalmente, à volta do sistema límbico, enocntra-se o neocórtice. O nosso neocórtice, bem como o dos golfinhos e baleias, é o mais desenvolvido dos mamíferos superiores. A sua evolução remonta a uns 150 milhões de anos, mas sofreu uma acelaração quando apareceram os primeiros seres humanos.
É muito dificil evoluir sem alterar a estrutura da vida, e provavelmente qualquer modificação nela, será prejudicial. Mas a transfromação fundamental, para o processo evolutivo, poderá ser realizada por meio de adição de novos sistemas, aos existentes. Um exemplo é a ontogenia recapitular a filogenia....trocando por miudos....e dando o nosso exemplo.....O nosso desenvolvimento no útero, passa por estádios muito semelhantes a peixes, réteis e mamíferos não primatas, antes de nos tornarmos seres humanos reconhecíveis (excepto os super dragões....esses ficam-se por um ser mircocefálico qualquer eh eh eh). Uma curiosidade....segundo Sagan, a fase em que nos parecemos a peixes, chegamos mesmo a ter fendas branquiais, absolutamente inuteis para o embrião, pois é alimentado pelo cordão umbilical., mas são importantes para a embriologia humana, uma vez que eram importantes para os nossos antepassados aquáticos.
O cerebro do feto, também se desenvolve do interior para o exterior, passando pela seguinte sequência: Cérebro posterior, cérebro médio, Complexo R, sistema límbico e neocórtice.
A Selecção Natural opera apenas nos indivíduos e não sobre a espécie, e, de uma forma menos acentuada, sobre os ovos ou os fetos, deste modo a ultima transformação evolutiva só tem lugar pós-parto, justificando a recapitulação. o próprio apêndice é uma reminescência de um órgão que deixou de ser necessário, mas como por si só não é prejudicial, não foi removido completamente da evolução. As cobras têm pequenas estruturas ósseas, separadas da espinha dorsal, também reminescências (yep, gosto da palavra reminescência eh eh eh) do que foram outrora patas...
Deste modo, a evolução por adição e a preservação funcional da estrutura pre-existente verificam-se por um dos seguintes motivos, ou por a antiga função ser tão necessária como a nova, ou por não haver uma forma de contornar o antigo sistema, que seria benéfico à sobrevivência.
(to be continued)
Hasta!
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